Pâmella Oliveira estreia no IRONMAN Brasil

Triatleta com duas participações olímpicas disputa seu primeiro Ironman na carreira neste final de semana em Florianópolis (SC)

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Com duas participações olímpicas e dona do melhor resultado na história de uma brasileira no Mundial de Ironman 70.3 com o top 4 em 2018, a triatleta Pâmella Oliveira, de 31 anos, dá uma guinada na carreira em busca do seu primeiro título na 19ª edição do IRONMAN Brasil neste domingo (26), em Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC).

“Minha meta é sempre o pódio. Mas como será minha primeira vez no Ironman, fica difícil prever muita coisa. Espero mesmo que eu me sinta bem e consiga encaixar um bom ritmo durante toda a competição” – prevê Pâmella Oliveira que é bicampeã do IRONMAN 70.3 Florianópolis e do IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro.

Para cumprir o desafio da prova que terá 3.8 km de natação, 180.2 km de ciclismo e 42.2 km de corrida, com base no P12, a triatleta capixaba que mora em Balneário Camboriú e treina na academia CPH precisou fazer uma preparação específica para o novo desafio:

“A preparação pro IRONMAN foi diferente do costume. Nunca havia feito tanto volume de treinamento com tantas horas seguidas. Aprendi a respeitar a distância e a entender como funciona”– afirma Pâmella.

Os equipamentos

Nesta nova fase da carreira, a triatleta precisou fazer muitas adaptações, incluindo a parte dos equipamentos para assegurar o alto rendimento na competição que terá a largada às 6h50 para a Elite feminino:

“Fiz alguns ajustes na minha bike S-Works Shiv, afinal, é nela que vou passar grande parte do tempo de prova. Melhorei ainda mais minha posição em cima dela, aprendi a usar suporte traseiro de água e o suporte de água no quadro da Shiv que é exclusivo da Specialized, troquei minha transmissão com uma coroa de 52 por uma 53 dentes e aprendi a controlar (ou ao menos tentar) a potência, pois depois do ciclismo, tenho literalmente uma maratona para encarar” – explica Pâmella.

A escolha dos equipamentos pode ser decisiva para qualquer atleta, desde o sucesso ao fracasso, por isso Pâmella foi bastante criteriosa para sua estreia na prova de longa distância: “Estou indo com as rodas Roval 321 e a Roval CLX 64 com pneus S-Works, calibragem em torno de 95psi, além dos rolamentos CeramicSpeed no movimento central, rodas, câmbio traseiro e corrente” – descreve.

“Vou pedalar com as sapatilhas S-Works Exos e capacete S-Works TT. Na corrida optei pelo tênis Shadow da Mizuno” – aconselha.

O que comer no Ironman

Uma dúvida comum para a maioria dos triatletas amadores é o que comer numa competição de longa duração, afinal, muitos ultrapassam dez horas de prova.

“Acredito que a alimentação é algo que realmente se deve prestar atenção. Minha dica é treinar o que comer. Passei a usar mais suplementação da Probiotica e a cuidar bastante da alimentação durante os treinos e depois deles” – comenta Pâmella que conta que no dia da competição é importante colocar em prática tudo que treinou, incluindo toda parte de alimentação e hidratação, onde não é um momento para experimentar coisas novas.

“Além do sistema de armazenamento de água no quadro da minha Specialized Shiv, levo mais duas garrafas na bike com suplementação: Carb Up Super Formula da Probiotica, além de alguns ajustes feitos pela minha nutricionista e água, é claro. Também levo comida sólida para ingerir no ciclismo: barra de banana, batata cozida bem temperada. Na corrida utilizo apenas Gel Carb Up que acho mais fácil de ingerir” – acrescenta.

O que comer no Ironman

Uma dúvida comum para a maioria dos triatletas amadores é o que comer numa competição de longa duração, afinal, muitos ultrapassam dez horas de prova.

“Acredito que a alimentação é algo que realmente se deve prestar atenção. Minha dica é treinar o que comer. Passei a usar mais suplementação da Probiotica e a cuidar bastante da alimentação durante os treinos e depois deles” – comenta Pâmella que conta que no dia da competição é importante colocar em prática tudo que treinou, incluindo toda parte de alimentação e hidratação, onde não é um momento para experimentar coisas novas.

“Além do sistema de armazenamento de água no quadro da minha Specialized Shiv, levo mais duas garrafas na bike com suplementação: Carb Up Super Formula da Probiotica, além de alguns ajustes feitos pela minha nutricionista e água, é claro. Também levo comida sólida para ingerir no ciclismo: barra de banana, batata cozida bem temperada. Na corrida utilizo apenas Gel Carb Up que acho mais fácil de ingerir” – acrescenta.

Tudo pronto para o dia da competição

O IRONMAN Brasil, a mais tradicional e importante prova do gênero no país, reunirá cerca de 1500 triatletas de 38 nações, com isso faz parte sentir aquele frio na barriga antes de largada.

“Não tenho nenhum ritual específico para o dia da corrida, mas é claro que acabo seguindo um certo protocolo do que sei que dá certo, até mesmo para não ter que pensar muito e saber que está tudo certo. Acordo três horas antes da largada, me alimento entre 2-2:30 horas antes de começar, vou pro local da competição e faço bastante aquecimento na água. Se estiver muito frio, gusto de dar uma corrida pela area de transição para ver como é o percurso até a bike e memorizar o caminho para evitar erros na hora da adrenalina. Também faço uma oração para pedir proteção para mim e para todos na prova para conseguir fazer com tranquilidade aquilo que mais gosto, meu esporte triathlon” – completa.

Pâmella Oliveira conta com os patrocínios da Mizuno, Specialized, Probiotica, Join, Team Bravo e apoio da CeramicSpeed e equipe CPH Brasil.

Site oficial: http://www.pamellaoliveira.com.br